4 atitudes que todo estudante universitário deve saber para se sair bem durante o período universitário.

A faculdade representa muita pressão para você? Confira uma lista com 4 dicas simples que vão ajudá-lo a lidar com as situações causadas pela vida universitária.

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Provavelmente você já ouviu dizer que os anos que passa na faculdade serão os melhores da sua vida. Mas isso não significa que eles serão fáceis. A quantidade de trabalhos e a responsabilidade de entrar na vida adulta e no mercado de trabalho podem causar muita pressão em um estudante. Contudo, certas dicas podem ajudar a administrar a situação. Veja 4 atitudes que todo estudante universitário deve saber para se sair bem durante o período universitário.

4 dicas essenciais para estudantes universitários:

1. Use seu conhecimento prévio

Dificilmente uma matéria tratará de assuntos completamente desconhecidos. Fique atento ao tema discutido e identifique o que você já sabe sobre ele para facilitar seu processo de estudos e aprendizagem. Utilizando seu conhecimento prévio você facilita o entendimento sobre a matéria, além de sentir-se mais atraído por ela.

 2. Inscreva-se para aulas online

A internet está se tornando um local legítimo de estudos, aproveite a oportunidade. Grande parte dos cursos universitários atuais já conta com um programa que inclui aulas online, mas se esse não for seu caso, inscreva-se para alguma matéria nessa modalidade. Isso vai ajudá-lo a desenvolver estudos mais aprofundados sobre um tema do seu interesse, além de flexibilizar sua programação e carga-horária.

 3. Não se esforce demais

Ninguém está dizendo que você deve ser um estudante displicente, mas é importante ser realista. Apesar de ser um estudante, você tem outras preocupações com as quais lidar,como um estágio ou a forma como você vai se sustentar (especialmente se você estuda longe de casa). Você deve se dedicar tanto quanto puder aos estudos, mas tente não ultrapassar seus limites, porque isso vai acabar causando problemas para você.

4. Procure ganhar créditos extras

Grande parte das universidades trabalha com o esquema de horas complementares, na qual o estudante deve participar de outras atividades que não a aula para cumprirem a carga-horária exigida. Não subestime o poder dessas atividades: você pode utilizá-las tanto para o seu desenvolvimento profissional quanto para o seu desenvolvimento pessoal. Informe-se sobre as atividades que podem ser convertidas em horas complementares e envolva-se com elas. Você pode trabalhar como voluntário, conseguir um estágio ou simplesmente ingressar em um curso de idiomas ou intercâmbio.

5 maneiras de ser um universitário bem sucedido.

Se você está passando por dificuldades para lidar com a vida de universitário, confira 5 maneiras de se tornar um estudante bem-sucedido sem passar por grandes crises.

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A vida universitária exige muito dos estudantes e, em alguns momentos, é comum pensar que será impossível realizar tantas tarefas com sucesso. Felizmente, isso acontece apenas nos momentos de crise. E para garantir que você vai passar por eles com facilidade.

 5 maneiras de ser um universitário bem-sucedido:

1. Deixe-se explorar

Talvez você já tenha uma idéia bem clara do que quer para sua vida ao entrar na faculdade, mas não deixe que isso o impeça de fazer novas tentativas Dê a si mesmo oportunidade de conhecer outras áreas, de trabalhar com outras plataformas diferentes da que você já escolheu. Com isso você terá a oportunidade de confirmar se escolheu a coisa certa ou se apaixonar por outra área dentro da profissão escolhida. Qualquer que seja o caso, você será um profissional melhor por ter explorado diversas possibilidades.

2. Faça escolhas conscientes

A faculdade é um período de aprendizado intenso, e grande parte dele vem por meio de escolhas. Seja um grupo de trabalho, uma matéria eletiva ou aceitar um estágio você deve estar consciente das escolhas que está fazendo. Analise todas as possibilidades que aquela alternativa pode gerar, pense nas consequências que ela trará para a sua vida. Só dessa maneira você poderá aproveitar plenamente a experiência.

3. Prepare-se para ser cobrado

Talvez essa cobrança não venha por parte dos professores ou mesmo dos seus pais, mas você precisa se comprometer consigo mesmo. Lembre-se: o mercado de trabalho é exigente. Você deve dar o melhor de si para que possa se destacar diante de outros profissionais. Dedique-se ao máximo durante o período de estudos, preste atenção às aulas, participe dos debates e realize as atividades propostas. Isso não significa deixar a diversão de lado, mas você deve separar as coisas. Seja o melhor supervisor de si mesmo, ninguém tem mais condições de cobrá-lo no que se refere ao desempenho.

4. Aprenda fora da sala de aula

Provavelmente você gasta uma quantia significativa de tempo dentro das salas de aulas e laboratórios da universidade, mas não se engane acreditando que esses são os únicos ambiente de aprendizado que a instituição proporciona. Mesmo uma volta pelo campus pode ensinar algo a você e até, quem sabe, permitir que você estabeleça contato com estudantes de outras áreas. Veja a oportunidade de aprender em qualquer ocasião, esteja aberto para novos ensinamentos vindos de diferentes pessoas.

5. Mantenha o equilíbrio

A universidade pode ser sufocante. A grande quantidade de trabalhos, novas responsabilidades, a diversão e um possível emprego podem acabar tirando você do seu eixo. Nesse momento, é importante manter o equilíbrio. Aprenda a balancear todas as áreas da sua vida de modo que nenhuma delas seja preterida em nome de outra. Essa é uma tarefa que você deve realizar sozinho, ninguém mais poderá estabelecer prioridades por você. Lembre-se apenas de incluir tudo que faz você se sentir bem.

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AQUECIMENTO: Freud e a Educação

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Mais uma vez, galera, voltando a falar sobre livros interessantes para a nossa formação. Em específico, um livro indicado para aqueles que querem saber mais sobre a área Educacional, e a sua ligação com a Psicanálise, por exemplo.

Maria Cristina Kupfer (diretora do Instituto de Psicologia na USP), em “Freud e a Educação: O Mestre do Impossível”, nos conta sobre o desenvolvimento educacional do próprio Freud, e certos pontos que podem ser levados em conta em sua biografia que baseariam certas questões de sua teoria. As comparações sobre o desenvolvimento psicossexual e sua relação com o surgimento do desejo de saber, são particularmente esclarecedores.

A autora também nos demonstra a realidade da incompatibilidade do trabalho psicoanalítico com a educação, e como ambos seguem caminhos completamente e tortuosamente diferentes: enquanto a Psicanálise se interessa pelo indivíduo, a Pedagogia tem como ponto focal a coletividade.

Nos conta sobre tentativas (frustradas) de encontrar um ponto de encontro entre as duas propostas, da Educação e da Psicanálise, e demonstra porque ambas não se encontram.

Enfim, um grande livro (embora tenha apenas 98 páginas), para quem busca compreender mais e mais sobre a Psicologia, em todos os seus aspectos.

O livro é relativamente dificil de achar em livrarias, geralmente em sebos. Mas não é complicado achar pdf’s pela internet.

A autora pode ser vista aqui.

Divirtam-se! 😉

 

O QUE É NEUROSE?

Muitas pessoas me perguntam o que é neurose e essa é um resposta difícil, pois existem muitos entendimentos sobre essa palavra.

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Originalmente ela surgiu no meio médico para falar de problema nos nervos, por volta do século XVIII.

Depois ela foi adotada por Sigmund Freud para caracterizar uma série de perturbações emocionais que afetavam o comportamento e a vida social de uma pessoa sem, no entanto, prejudicar a capacidade de avaliação da realidade como no caso das psicoses.

Tecnicamente é um termo em desuso já que a Associação Americana de Psiquiatria preferiu categorizar melhor os sintomas e quadros de transtornos mentais de modo que não só a Psicanálise (que é uma das correntes da Psicologia) restringisse uma terminologia. Portanto, os quadros conhecidos como depressão, transtornos ansiosos, TOC são o que antigamente se tratava como neurose.

Existe ainda a concepção popular que é pejorativa para tratar pessoas desequilibradas e comportamento bizarro, exagerado e dramático.

O meu entendimento de neurose e de que todos nós somos parcial ou completamente neuróticos é que ela é um tipo de padrão de comportamento que ainda tem traços de narcisismo que eram normais e próprios do desenvolvimento de uma criança, mas que numa pessoa adulta se tornam desadaptados.

O neurótico está fixado em certo tipo de vício emocional em torno de um tema específico como culpa, prepotência, controle, possessividade, certeza, carência e inveja. Por conta dessas limitações emocionais esse tipo de pessoa causa problemas na vida cotidiana que não chegam a ser alarmantes mas que são problemáticos e impedem a própria pessoa e aqueles a sua volta de gozarem de um estado de bem-estar e fluidez. É como se nunca pudessem gozar de felicidade por estarem presas em emoções que aparecem de modo repetitivo em determinados tipos de situação.

São pessoas com dificuldade em ter fazer certas operações básicas da vida como assumir responsabilidade, ser grata, ajudar os outros sem uma necessidade grande de que os outros a reconheçam, recompensem, protejam e sem conseguir deixar de sentir culpa, raiva e pesar de forma desproporcional ao que pedem certas situações

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Situação 1 –  A pessoa vai sair em grupo, mas está incomodada com algo que ela própria não entende e não quer comunicar e acaba fazendo todos se sentirem mal por ela estar mal.

Situação 2 –  A família vai viajar e a mãe faz os filhos se sentirem culpados por não agirem como ela fantasiou em sua cabeça porque ninguém reconheceu a sua importância pessoal de anos de amor e blábláblá.

Situação 3 –  Uma pessoa hipersensível que está num relacionamento e fica impondo regras (secretas para o parceiro) que se não forem seguidas causam desconforto, brigas e mágoa.

Situação 4 –  Num passeio a pessoa não consegue relaxar o suficiente e curtir o momento e ao invés disso fica tentando controlar cada acontecimento como se pretensamente estivesse zelando pelo bom andamento do divertimento.

Situação 5 –  Na hora do sexo a pessoa não consegue se entregar o suficiente para gozar de um prazer espontâneo que surja da própria experiência. Ao contrário, é escrava de artifícios mentais ou brinquedinhos, fantasias, realidade paralelas para evocar ou sustentar o desejo.

Situação 6 – A pessoa fica ruminando o término de um relacionamento e repassando os acontecimentos como uma máquina em sua mente tentando consertar hipoteticamente a realidade passada e/ou acusando a outra pessoa interminavelmente.

Situação 7 – A pessoa não consegue transitar entre papéis diferentes (profissional, pessoal, amoroso, familiar) em sua vida de forma fluida ou só consegue seguir determinado script em ser o “bonzinho”, o “certinho”, o “maluquinho”, o “geniozinho” em todas as ocasiões.

Situação 8 –  A pessoa não age por medo de sofrer e porque não age sofre do mesmo jeito.

Situação 9 – Diante de uma situação nova ou fora da previsibilidade a pessoa recua e se entrega a medos e paralisias que a impedem de conhecer novas realidades.

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Em resumo é uma torna estereotipada de atuar na vida em que as reais reações emocionais são substituídas por idealizações de um tipo de mundo que só existe em sua fantasia. É uma forma de desconexão do momento presente em favor do futuro ou passado catastrófico ou de um presente perfeito imaginário.

O que a maior parte das pessoas chama de “meu jeito de ser” é na realidade uma fixação emocional que a impede de desabrochar na vida de forma plena. O que ela chama de “sua essência” é na maior parte das vezes uma prisão emocional da qual ela não quer se desligar porque teme ser chamada à realidade adulta cheia de mudanças imprevisíveis e fora do controle. Aliás o desconhecido é o inimigo número 1 do neurótico.

Portas do medo.

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Quantas portas você está deixando de abrir pelo medo de se arriscar?

Comece já a vencer todos os seus medos! Aproveite hoje para abrir todas as portas de sua vida. Comece já a vencer todos aqueles seus medos que estão te impedindo de ser totalmente feliz! Aqueles mesmos medos que estão te impedindo de realizar seus sonhos. Vamos! Força!

Quantas vezes você morreu por dentro por permitir que o medo falasse mais alto em sua vida? Quantas oportunidades perdidas, heim?! Quantas vezes você perdeu a liberdade só porque sentiu medo de abrir as portas dos seus sonhos?

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Encare de frente a sua realidade, os seus desafios, os seus medos, tá? Pare de sentir medo de fracassar! Pare de sentir medo do novo! Pare já de sentir medo do desconhecido! Pare de sentir medo de errar!

Você já sabe que de cada dez desculpas que você dá ou que você ouve, somente nove tem uma grande razão, né? O medo está acabando e inferiorizando as pessoas, sabia? A grande porcaria do medo é que ele paralisa feito um veneno! E consome as mais puras das energias deixando a pessoa arriada, desgastada, cansada… e derrotada antes mesmo do início da luta!
Não dê tanto poder assim aos medos que você carrega em sua vida. Não permita mais que os fantasmas prejudiquem o seu viver. Quase todos eles, medos e fantasmas, são imaginários, sabia? Nunca mais deixe que o medo acabe com você como pessoa, como indivíduo, tá?

E dos seus atuais 9 medos, eu te garanto que eles não são verdadeiros e nem tão grandes quanto aparentam. Talvez eles estejam é fazendo você perder grandes chances de ser feliz! Claro: quando alguém fica com medo de fracassar, acaba fracassando por causa do próprio medo.

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De agora em diante, não mais permita que qualquer medo perturbe a sua vida, deixando de fazer as coisas como precisam ser feitas, ok? O medo não pode mais ficar criando dificuldades imaginárias e falsas em sua vida! E nem na vida de ninguém, pô! O medo não pode mais contagiar e se multiplicar, tá? É bom saber que o medo, precisa ser alimentado, viu? Cuidado! E ao admitir isso, saiba que o medo pode colocar tudo a perder em sua vida e não ajudar a construir nada de bom!

Faça tudo para ser feliz! E tudo com emoção! Sem medos!
Abra a porta que conduz à liberdade! Lembra da história da porta temida pelos prisioneiros do rei que dizia assim: você prefere morrer aqui ou abrir a porta? E o que tinha atrás daquela assustadora porta? A liberdade! Exatamente isso é o que há depois do medo vencido: a liberdade!

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AQUECIMENTO PRAS AULAS: Como surgiu a Psicologia?

E aí, gente, preparados pro fim das férias? Já planejando o luto pelo óbito das suas horas livres?

Hoje, começando  o aquecimento pra esse novo ano de Estudos, trago pra vocês uma resenha do livro “A Construção do Eu na Modernidade: da Renascença ao Século XIX”, de Pedro Luiz Ribeiro de Santi.

1386787707_576579791_2-A-construcao-do-eu-na-Modernidade-Da-Renascenca-SorocabaPequeno, mas satisfaz! 😀

O Autor é Psicanalista. Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1987), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1995) e doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000). Atualmente é professor titular e pesquisador do CAEPM (Centro de altos estudos em propaganda e marketing) da Escola Superior de Propaganda e Marketing e coordenador e professor da Especialização em Teoria Psicanálitica da COGEAE/Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. (Fonte: Currículo Lattes)

O livro trata basicamente, da construção do Eu através dos séculos, desde a Renascença (dã, o título fala isso) até o início do século XIX (dã de novo), pouco antes da revolução iniciada por Wundt.

Sempre é bom lembrar, para incautos e neófitos (sim, Tio Edu comeu sopa de letrinhas no jantar), que para o surgimento da Psicologia como ciência, e anterior ao surgimento mesmo de Freud e a Psicanálise, houve todo um movimento necessário, através da História, para propiciar seu surgimento.

Pedro Luiz (somos íntimos, até parece) descreve com um vocabulário não excessivamente técnico todo o conjunto de pensamentos e ideologias que foram se criando, desfazendo, reiniciando e regredindo para o surgimento da individualidade, e sendo assim, do Eu, e especialmente, do Eu como objeto de estudo para a ciência que viria a surgir. Analisa propostas filosóficas, culturais (e isso é uma grande riqueza do livro, que demonstra através da arte, como a pintura e música, nuances claras da época), políticas, etc. Traz vários panoramas para o surgimento do pensamento filosófico científico que viria a se tornar uma das bases dessa ciência que tanto amamos.

Para quem está iniciando, ou para quem precisa relembrar as disciplinas de História da Psicologia ou Teorias e Sistemas Psicológicos (os nomes mudam dependendo da instituição, mas acabam sendo as mesmas matérias 😛 ), é uma ótima pedida. O livro é relativamente dificil de achar, em algumas livrarias só sob encomenda. Mas não é caro (R$ 40,00 na Livraria Cultura) mas vale cada centavo.

O professor doutor também é bem simpático, articulado e gente boa, como pode ser visto aqui e aqui.

Aproveitem, galera. 😉 (e não, não estamos ganhando um único tostão pela divulgação. Ainda.)

 

 

8 maneiras de não aproveitar o fim das férias

Por mais que você ainda não queira pensar que isso está acontecendo, as férias estão acabando. “Mas, Universitários Histéricos, ainda falta quase um mês!” Pois é, jovem leitor… Ainda pode faltar quase um mês, mas como você vai aproveitar esse período? Há quem diga que vai passar jogando vídeo game e há quem prefira assistir a muitos filmes… Mas qual será a melhor maneira de relaxar no final das férias?

Nós claramente não fazemos ideia. Mas a equipe especial do Universitários Histéricos é muito boa em dizer o que você não deve fazer. É verdade, separamos uma série de coisas que você deve evitar nos últimos momentos de férias. São apenas algumas dicas de como fugir da monotonia para não chegar no primeiro dia de aula com aquela sensação chata de “Devia ter me divertido mais”.

Temos certeza de que, no final deste artigo, você vai estar chorando e perguntando por que é que nós não fizemos esse texto antes. Quando isso acontecer, volte até aqui e leia a resposta a seguir: Nós não fizemos isso antes porque você estava na praia, mas agora todos voltaram ao trabalho e vocês todos precisam de algo para fazer

1. Passar o dia inteiro no Facebook

O dia está lindo, o Sol está brilhando forte e o azul do céu convida qualquer pessoa para um belo passeio no parque. Mas você prefere ficar olhando para o azul do Facebook e para o brilho das notificações de novas mensagens. Você prefere fechar as cortinas e fazer como a música “Ask” da banda The Smiths para ficar “Desperdiçando dias quentes de verão dentro de casa”.

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Assim que começarem as aulas, você vai ter muito tempo para navegar no Facebook. Não adianta falar que não, nós sabemos que você vai usar o smartphone dentro da sala de aula. Nós sabemos também que você vai falar mal dos professores sempre que possível — #BháskaraPraQue? #EnsinoMédioDaDepressão. Então, aproveite a liberdade de agora para ficar longe da rede social.

E nem estamos falando para você ficar longe do Facebook o dia todo. Apenas tente alternar entre as atividades. Certamente, isso fará com que você chegue na escola novamente com muito mais histórias para contar. E isso deixará a sua redação sobre as férias muito mais legal do que a das pessoas que decidiram ficar longe da luz do Sol durante todos os meses de descanso.

2. Não se alimentar para jogar online

Um dos grandes problemas da nova geração de games é que eles são, na maior parte do tempo, online. Isso significa que você não vai disputar partidas com pessoas que estão na sua casa, mas com adversários espalhados pelos quatro cantos do mundo. E nem todos eles têm paciência para esperar alguns segundos entre uma jogada e outra. Ou seja: “NÃO DÁ PRA PAUSAR!”.

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E por causa disso os jovens de todo o mundo estão ficando cada vez mais tempo em frente aos vídeo games ou computadores. Os resultados de um estudo que nós acabamos de inventar mostram que, em 1998, os jogadores de vídeo games passavam, em média, duas horas jogando entre cada intervalo. Atualmente, esse tempo é de 17,45 horas. Caso a progressão seja mantida, até 2025 os jovens terão cinco dias de games sem parar.

O problema disso tudo é que ninguém come durante esse tempo. Ou seja, você vai passar quase um dia jogando online sem parar e sem comer — o que, no final de dois meses, terá resultado na perda de 22 quilos de massa magra. Uma solução para isso é instalar sondas de alimentação, mas é mais saudável parar para comer algo mais consistente.

3. Perder tempo procurando WiFi

Todos estão se divertindo no bar, mas você não tira as mãos do smartphone. Todos querem fazer o pedido e já sabem o que vão querer, mas você não. Sabe por quê? Porque você estava no smartphone enquanto todo mundo olhava o cardápio. Seus amigos pediram batata frita, pediram bebidas, pediram sobremesa e você só olhou para o garçom para perguntar a senha da WiFi.

A cada ano, os jovens perdem cerca de 12 dias apenas procurando sinal de internet quando vão a baladas, bares ou outros estabelecimentos. Nesse tempo, seria possível conversar sobre tudo o que acontece no mundo, pelo menos duas vezes. Mais do que isso, você poderia ter reparado que a sua amiga que você tanto gosta está dando bola para você. Mas não vai, porque você está na internet.

4. Trocar os amigos reais pelos virtuais

Sabe o tópico que nós acabamos de falar? Ele se encaixa aqui também. Antes de deixar de conversar com os amigos que estão perto de você para falar com os que estão longe, pense se eles estariam ali com você naquela mesma situação. A tecnologia pode encurtar muitas distâncias, mas você precisa pensar em quem está realmente perto.

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p.s.: esse tópico pode ser deixado de lado se você estiver falando com sua namorada que está passando um tempo em outro país para estudar. Se esse for o seu caso, aí os seus amigos vão entender que você está com saudades e vão deixar você em paz.

5. Sendo um troll

Você pode não gostar de alguma coisa, pois estamos em um país livre. Você pode também gostar muito de uma coisa e odiar os concorrentes dessa coisa em questão, pois estamos em um país livre. Mas você também poderia aproveitar essa liberdade para deixar com que os outros sejam livres. Isso impediria que você fosse um troll durante as suas férias.

É sério… Aproveite as últimas semanas do verão para passear, comprar sorvete com a família e participar apenas de discussões construtivas. Não abra espaço para os trolls na sua vida. Ou abra, pois estamos em um país livre.

7. Deixar de sair para ver TV

“A vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Uma hora estamos voando em direção à Terra Média, mas então o gerador de improbabilidade entra em ação e nos leva de volta para a Lua de Endor. Não sabemos o que fazer com tantas informações, mas as pessoas continuam nos jogando novos arcos de luz. O mundo está cada vez mais dinâmico, há espaço para nós nessa jornada?

Se existe ou não, poucos são os sortudos que conseguem descobrir a resposta ainda em vida como imaginamos. E o que vem depois disso tudo? É o que perguntam os guerreiros que chegam à Cúpula do Trovão. Dois homens entram… Mas será que algum homem sai? Hoje, um sai! José das Couves, vem ser um guerreiro aqui fora”

Você imagina em que esse texto acima seja baseado? Se não, você está aproveitando bem as suas férias. Se sim, esperamos que você não esteja fazendo só isso das suas férias. Dê umas voltas de bicicleta, compre um novo livro…

8. Reparando que não sabemos contar

“É só isso! Não tem mais jeito! Acabou! Boa sorte! Não tenho o que dizer… São só palavras!”

Como se tornar um nerd.

Como se tornar um nerd.

Se você é uma pessoa normal, mas deseja se tornar um nerd (acho difícil) ou apenas deseja verificar se seu amigo é nerd de verdade, ai vão as dicas:

1) Ser viciado em algum jogo: Qualquer nerd que se preze deve ser viciado em algum jogo. Antes de mais nada você deve conhecer muito deste “mundo”. Alguns jogos que poderá explorar: Dota, Call of duty, Assassins creed, Starcraft II . . .
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2) Assistir seriados: Outra coisa que um nerd não deixa de fazer é acompanhar seriados; Tenha conhecimento extremo em pelo menos 1 seriado. Quem sabe mais pra frente poderá abrangir para desenhos japoneses que nenhuma pessoa normal conhece.
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3) Saber bem informática: Um nerd deve saber editar imagens, editar videos, resolver problemas básicos do windows, além de saber de có a configuração de seu PC e sua rede, e claro saber formatar um computador! Aos mais avançados, saber programar em alguma linguagem.
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4) Gostar de revistar em quadrinhos: A maioria esmagadora dos nerd’s possuem pelo menos uma HQ do Batman, Homem Aranha, Super Homem… Isso se não possuir mangas também!
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5) Saber matemática e física: Um nerd de verdade domina, e muito, essas duas áreas. inclusive essa e sua única forma de se relacionar com mulheres, pois na escola todas querem tirar dúvidas ou colas (mais frequente) com o nerd da sala. Mas não se iluda, é puro interesse!
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6) Colecionar algo: Dificilmente encontra-se um nerd que não coleciona algo; Seja coleção de HQ’s, formigas, desodorante usado. É bom tentar inovar, ou seja colecionar algo que ninguém tem!
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7) Ser anti-social: Salvo às exceções, nerds não são sociáveis com não nerds! Dificilmente conversam sobre assuntos que não seja assunto nerd!
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8) Acessar sites pornográficos: Momento em que o ser nerd se esbanja e conhece uma mulher mais afundo!
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Obs: não necessariamente, deve-se encaixar em todas as dicas para ser considerado nerd, ao menos, metade delas, já é um bom começo. 😀

Como se dar bem na faculdade em 10 passos.

Como se dar bem na faculdade em 10 passos.

Vim até aqui fazer um tutorial de como se dar bem na faculdade, mesmo sabendo que estudar é um saco, que muitas vezes o mundo conspira contra você e o melhor a se fazer é dar socos na porta do banheiro. Da faculdade, é claro.

Número 1 – A simpatia dos professores
Ora…todos sabem que é impossível agradar a todos. Sabendo que qualquer coisa que você faça na faculdade pode realmente voltar contra você futuramente, o maior cuidado que tem que se tomar é com relação a palavras dirigidas ao seu mentor. Logo, xingá-lo de filho da puta não é uma boa alternativa, pois você realmente vai precisar dele futuramente. Mesmo que ele não goste de você, ou não vá com sua cara, tente ser o mais falso possível. Até porque eles não vão se importar nem um pouco com o seu puxa-saquismo exacerbado.

Número 2 – Os amiguinhos de sala
Realmente fazer amigos na faculdade pode ser mais útil do que se espera. Afinal, nunca se sabe quando você precisará daquela assinada de lista de presença numa zeca-feira de jogo na TV. Além disso, muitos deles funcionam como agenda, sempre lembrando-lhe que tem um trabalho pra entregar na semana que vem. Então, tenha sempre aquele sorriso estampado no rosto e aquela cara-de-pau de pedir um favor na hora mais conveniente, ou pode ir tudo por água abaixo.

Número 3 – Fique bem distante da reitoria
Ser conhecido na alta cúpula da Universidade não é vantagem nenhuma. Você pode até se dar muito mal caso resolva acionar o alarme de incêndio durante uma palestra importantíssima sobre “As propriedades da física metaquântica”, ainda mais se o palestrante for o tal do Reitor. Pode apostar que o primeiro suspeito será você, ou então aquele que você quiser ver no fundo do poço, caso você seja bem visto pela Reitoria (o que é humanamente impossível).

Número 4 – O representante de sala
Pense duas vezes antes de se auto-indicar um concorrente ao cargo de maior importância dentre os demais pelegos da sala. Se você ganhar, tudo (absolutamente TUDO) que ocorrer de errado na sala será culpa sua. E caso você não ganhe, será motivo de chacotas dos amiguinhos de sala, pois você se julga popular, mas na verdade não passa de um mero cretino anônimo perante a sociedade, também conhecido como amiguinhos da facul.

Número 5 – Faculdade x Namoro
Definitivamente namoro e faculdade não podem se misturar. Ou você vai ficar muito bravo por ver aquela paty gostosa da sua sala te dar mole e você não poder fazer nada, já que faculdade é pior que big brother no quesito “fofoca espalhada”, ou então adota o solteirismo eterno e a festa do pelado rola solta durante 4 anos de sua vida. Lembrando que: na faculdade, quanto mais qualidade, melhor o resultado final. Isso em todos os sentidos possíveis e imagináveis. Afinal, faculdade é como uma família, e o incesto é praticável à rodo. Caso prefira continuar namorando e arriscar seu pescoço, corre o sério risco de descobrir que nada dura pra sempre, que mentira tem perna curta e que ditados populares podem ser muito reais.

Número 6 – A divisão da sala
Toda sala que se preze tem: O grupo dos folgados, o grupo dos nerds, o grupo dos intelectuais (sim, são coisas distintas), o grupo dos enganadores e o grupo dos arruaceiros (muito conhecido como grupo da morte). Para se dar bem, conquiste o respeito dos Folgados, seja do grupo dos Nerds, seja bem visto pelos Intelectuais, mantenha distância dos Enganadores e ande com os Arruaceiros. Lembre-se que você precisa de notas pra passar, e não de coleção de suspensões. Mas lembre-se também que por trás de todo nerd, sempre tem uma bola de papel ou um giz apontado para sua nuca. O meio termo nunca foi tão amigo seu quanto nessas horas.

Número 7 – O trote
Jamais pense em faltar no trote. O trote é a melhor forma de interação entre Veteranos e Bixos. Logo, você pode necessitar daquele trabalho chato pra cacete de ser feito, que por sinal o veterano tem prontinho e encadernado pra fornecer. Além do mais, tudo acaba em breja. Então, é a sua chance de conhecer suas companheiras de sala (esqueça dos companheiros…eles você pode conhecer depois) e assim começar o processo de reconhecimento do terreno.

Número 8 – As festas da faculdade
Se possível, vá em todas. Mas saiba se portar em cada uma delas. Numa festa de aloprados, o porre pode ser uma alternativa de enturmação geral com a galera. Numa festa de nerds, talvez uma roda de violão com músicas do Los Hermanos seja mais atrativo. Se possível, pegue mulheres em todas. Assim você amplia o seu ângulo de visão e o seu currículo. Na verdade, fazer um social nas festas é importante, mas procure as festas de arromba, pois sempre sobra uma perdida pra você se divertir por meia hora.

Número 9 – As temíveis provas
O termo “Quem não cola, não sai da escola” é realmente adotado como “frase do dia” durante todos os anos letivos. Procure sempre posicionar-se estrategicamente entre os nerds e os baderneiros. Se por acaso o nerd não passar cola, o baderneiro tem a resposta da prova que pegou da turma anterior. Apesar de ser uma fonte não muito confiável, você não tem outra alternativa caso aquele nerd maldito não queira dividir seu conhecimento para com os seus semelhantes.

Número 10 – Classificação dos dias da semana
Anote isso naquele espaço que fica reservado para colocar as aulas da facul durante a semana. Afinal, você nunca consulta essa parte do caderno pra consultar a próxima aula mesmo. Segunda-feira é dia de conversar sobre o fim de semana, que, dependendo do nível de atividade na mesma, pode estender-se para a terça-feira também. Ou seja, assista as aulas, mas fique de olho nos papos alheios. Quarta-feira é dia de bar, independente do jogo que passa na TV. Pode ser até XV de novembro X Novorizontino, o importante é sumir da faculdade. Quinta-feira é dia de planejar o fim de semana. Ou seja, realmente não dá pra assistir aula direito né? Entre apenas pra responder chamada e volte ao seu plano inicial. Sexta-feira é dia de balada e de cumprir o planejado na quinta-feira. Então, procure planejar alternadamente entre faltar todas as aulas e uma sexta-feira e faltar só nas ultimas aulas da próxima sexta-feira. Sempre tem aquele professor filho de uma rameira que faz chamada em plena sexta-feira, independente do evento que ocorrerá no fim de semana. Falta é o pior inimigo do universitário, então cuide para que isso possa ser contornado no final do semestre.

Com tudo isso, fica fácil aguentar os 4 anos (ou mais) de faculdade.

“Augustine” e os filmes sobre Psicologia

E lá vamos nós… Vai levantar aquela pessoa: “Poxa, mas a Psicologia não é só Psicanálise!”. Ok, mas não existe filme falando sobre a pesquisa do Wundt, nem do Perls, nem do Skinner, bla bla bla. Não me culpe se o cinema busca histórias mais interessantes (e realmente são, uma vez que ficar vendo Skinner condicionar um rato não teria emoção alguma) na história da Psicanálise e nos gênios que a construíram. Mais de um filme fala sobre Freud, e Jung.

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“Freud além da alma”(“Freud” 1962, John Huston), por exemplo, que conta como Freud começou estudando a Histeria, inclusive quando estudou com Charcot, em Salpetriere. E claro, seu contato com Breuer, antes da divulgação de suas pesquisas, e a própria descoberta de vários pontos centrais de sua teoria, como o Complexo de Édipo e o desenvolvimento psicossexual.

Belíssimo filme, embora haja, como se espera de um filme de mais de 50 anos, uma teatralidade exagerada dos atores, mas que passa sem maiores notas. E um ponto a ser divulgado, mais como curiosidade, é que o roteiro original deste filme foi escrito que ninguém menos que Jean Paul Sartre, sim, O Sartre.

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Mais recentemente, foi lançado “Um Método Perigoso” (“A Dangerous Method”, 2011, David Cronenberg), contando mais explicitamente, a história de Jung, quando do início de seus estudos com a Psicanálise, seu envolvimento e ruptura com Freud, e seu envolvimento com Sabina Spielrein, ela mesma se tornando, no futuro, uma grande psicanalista, aluna de Freud, e que trabalhou com a Psicologia Infantil. E há mesmo um filme sobre sua história, contando-a sob o ponto de vista de Sabina.

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“A Janela da Alma” (“Ich hiess Sabina Spielrein”, 2002, Elisabeth Martón), não confundir com o título homônimo de um filme de Win Wenders e um famoso documentário nacional. Conta, pelo lado de Sabina, como foi seu desenvolvimento, sua doença, o envolvimento com Jung, seus estudos e consequente volta à Russia, onde atuou como psicóloga num famoso centro educacional para crianças. Onde também foi assassinada durante a Segunda Guerra Mundial, por ser judia.

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E chegamos finalmente ao mencionado no título, “Augustine” (“Augustine”, 2012, Alice Winocour), que conta a história de Augustine, uma histérica, provavelmente fictícia, estudada por Charcot. Incrivelmente, Freud não é mencionado, e o caso de Augustine, com paralisia histérica, é mencionado por Freud num de seus primeiros trabalhos. E talvez, procurando alguma desnecessária polêmica para o filme, a diretora faz um desserviço a história da Psicologia. Vejam por si mesmos. Mas é um bom filme, para a compreensão dos estudos iniciais da ciência que tanto amamos.

De qualquer forma, todos eles valem a pena. Alguns estão disponíveis no Youtube, completos. Outros, procure e baixe. Ou compre. Mas não deixe de ver. 😉

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