Modelo de Trabalho Pronto de Esquizofrenia.

 

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Espero que os ajudem!

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10 erros imperdoáveis ao tentar conquistar um homem.

Reconquistar um homem diariamente se quiser mantê-lo apaixonado. Veja 10 erros que mulheres podem cometer neste processo.

        Após publicarmos o artigo 10 erros imperdoáveis ao tentar conquistar uma mulher., Fui surpreendido com o convite para ser eu o autor deste artigo.

Muito embora os itens relacionados abaixo tenham um forte componente pessoal por serem fruto de minhas experiências com o sexo oposto, creio encaixarem-se na realidade da grande maioria dos casos. Em rápidas palavras, vamos a eles.

       Usar o sexo como arma. Não me refiro apenas a relações sexuais em si, mas ao uso do corpo como instrumento de conquista. A mulher precisa ter em mente que sua imagem é como um ímã que atrai exatamente o tipo de homem interessado na mensagem que sua imagem transmite. Se a mensagem chamar a atenção para seu corpo, atrairá homens superficiais e ocos; se destacar sua cultura e inteligência, homens educados e sensíveis. A mulher inteligente usa a mente, não o corpo, e sabe que sua beleza é reflexo muito mais de seu conteúdo do que de sua aparência. A forma, o corpo ou o sexo podem trazer satisfação passageira, mas é o conteúdo que torna uma relação gratificante. Esse deve ser seu foco.

  1. Desleixo com o conteúdo. Creio ser necessário martelar essa tecla insistentemente. Homens de conteúdo não se interessarão por você se o seu intelecto não estiver à altura do deles. Eleve seus padrões! Expanda seu conteúdo conquistando uma profissão de nível superior, lendo livros inspiradores, frequentando museus e exposições de arte, viajando para conhecer outras culturas quando possível, etc. Se seus padrões forem elevados, você atrairá homens com padrões semelhantes e eles se interessarão por você.
  2. Desleixo com a forma. Não é porque o conteúdo deve prevalecer sobre a forma que esta deve ser esquecida. E aqui não me refiro a formas esculturais e curvas generosas, e sim a estar em forma e manter boa aparência (isso ajuda até a arrumar emprego, além de namorado!). Seu corpo é uma preciosa dádiva divina que deve ser bem cuidada, protegida e preservada. Se você não se cuida, demonstra não se respeitar e não gostar de si mesma (ainda que pense o contrário). Se age assim, o recado que estará passando aos homens é: “Se não me respeito e não gosto de mim mesma, por que você deveria fazê-lo?”.
  3. Timidez não combina com conquista. Você precisa vencer o medo de se aproximar de quem lhe interessa ou de permitir que essa pessoa se aproxime de você. Timidez denota insegurança, que por sua vez é indício de imaturidade. Não há absolutamente nada errado em ser você quem vai tomar a iniciativa da aproximação, até porque se ele não a estiver notando e você não se fizer notar, outra o fará. E isso pode eventualmente significar a perda de uma grande oportunidade, talvez até um casamento que poderia ser eterno.
  4. Desprezo à Regra de Ouro. A regra que diz “trate os outros como gostaria de ser tratado” é uma prática eficaz capaz de trazer resultados gratificantes quando aplicada com homens imbuídos do mesmo princípio (e se um homem não viver esse princípio, não serve para você). Não espere que ele a trate como rainha se você não o tratar como rei. E não é preciso esperar que ele tome a iniciativa primeiro. Como dizia o grande Geraldo Vandré, “esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. E se ele tomar a iniciativa e você não retribuir, cuidado: ele pode acabar se cansando de você. Reciprocidade é tudo.
  5. Tentar se impor ou controlá-lo. É uma das coisas mais desagradáveis e irritantes no comportamento de uma mulher. Ninguém gosta de receber ordens! Homens fogem de mulheres que tentam mudar seus hábitos. É bem verdade que alguns maus hábitos (como sair com amigos e deixá-la sozinha) precisam ser melhorados, mas não por imposição. Se você preza seu relacionamento, saiba que tentar se impor ou controlar seu companheiro pode vir a estragar tudo. Se você já o conheceu assim, viu que ele tem hábitos desagradáveis e não se importa em melhorar, não deveria estar com ele. Procure outro.
  6. Ser ciumenta. Reputo essa como sendo a maior praga de uma relação. Ninguém gosta de ser sufocado! Quem quer que já tenha tido um companheiro ciumento sabe quão deprimente isso pode ser. A menos que você queira um atalho rápido para ficar sozinha, tente amar a si mesma tanto quanto ama seu homem. Analise seus sentimentos próprios e as possíveis causas de sua insegurança, depois analise sua relação (como é e como gostaria que fosse) e converse com ele, tentando negociar uma solução. Você só tem a ganhar!
  7. Ser grudenta. Sou exceção entre os homens, pois adoro uma boa mulher grudada em mim, mas a grande maioria detesta mulheres pegajosas. Vá com calma! Não é tendo um comportamento obsessivo que você garantirá a “posse” dele (até porque ele não é mercadoria). Você deve conquistá-lo, não sequestrá-lo. É como vi escrito numa rede social dia desses: “Dê a quem você ama asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar” (Frase atribuída a Dalai Lama).
  8. Ser mascarada. Outra coisa bastante irritante numa mulher é esconder-se atrás de uma imagem e deixar o homem voando em relação ao que ela realmente pensa e sente. Franqueza e sinceridade precisam ser uma via de mão dupla. É muito mais fácil lidar com uma pessoa transparente do que com uma mascarada. E os homens detestam mulheres que cobram deles atitudes que elas mesmas não tomam, como se não servissem para si mesmas. É o bom e velho “faça o que digo, mas não faça o que faço”. Todo mundo sabe que nome isso tem.
  9. Fazer-se de difícil. Só homens fracos ou imaturos aceitam tal comportamento. A menos que você queira um escravo em vez de um homem maduro e determinado, esperar que ele lamba seus pés não contribui em nada para uma relação equilibrada e gratificante. E se você fecha a cara e empina o nariz para os homens ao redor, tudo que está conseguindo é passar a mensagem de que é antipática e arrogante. Só um masoquista se sentiria atraído por uma mulher assim.

Há muito mais que se poderia dizer, mas o espaço é curto. Creio poder reduzir tudo no conselho abordado no item 5. Procure a reciprocidade naquela atitude e há grandes chances de encontrar o amor último e definitivo.

E lembre-se: mesmo depois de casados, conquista é algo que deve ser feito diariamente!

 

SER PSICÓLOGO

“Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
Não apenas isso, é também uma notável dádiva.
Desenvolvemos o dom de usar a palavra, o olhar,
as nossas expressões, e até mesmo o silêncio.
O dom de tirar lá de dentro o melhor que temos
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.

Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.
Mas não apenas isso, é também um grande privilégio.
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais
precioso e sagrado em um ser humano: seu segredo,
seu medo, suas alegrias, prazeres e inquietações.

Somos psicólogos e trememos diante da constatação
de que temos instrumentos capazes de
favorecer o bem ou o mal, a construção ou a destruição.
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável bênção
que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.

Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar,
ver sem me escandalizar, e sempre acreditar no bem.
Mesmo na contra-esperança, esperar.
E quando falar, ter consciência do peso da minha palavra,
do conselho, da minha sinalização.
Que as lágrimas que diante de mim rolarem,
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas,
sejam segredos que me acompanhem até o fim.

E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de
ter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes.
O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que
não tinha com quem contar para dividir sua solidão,
sua angústia, seus desejos.
Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir
que isso só começa quando a gente consegue
realmente se conhecer e se aceitar.”

Walmir Monteiro

~~Tamires Thomaz

Freud, Jung e “Um Método Perigoso”

Desde que fiquei sabendo sobre esse filme, já imaginei mil coisas… Não apenas detalhes técnicos, efeitos, maquiagem, figurino, etc. Mas especialmente, quanto à interpretação desses dois personagens tão incríveis da história, Freud e Jung.

Desde que comecei a gostar de Psicologia, os nomes de ambos sempre foram referência. Estudar suas obras é algo quase obrigatório, pra quem quer entender um pouco mais sobre o ser humano e sobre SER humano. Freud abriu portas, janelas, alçapões e portinholas da mente. Jung mostrou que dava pra fazer um puxadinho nos cômodos :P. Brincadeiras à parte, são duas mentes brilhantes, que abriram todo o caminho que a Psicologia moderna traçou. Claro que há pontos falhos nas teorias de ambos (na de Freud, muito mais, como se sabe hoje), mas nada apaga o pioneirismo de ambos. Claro que muito mais de Freud, que foi quase um “tutor” de Jung, mas ambos começaram tudo o que sabemos hoje.

Sou apaixonado por Jung e sua teoria, já li inclusive sua biografia “Memórias, Sonhos e Reflexões”. A visão mais abrangente e a inclusão de toda a vivência do ser humano, não apenas sua frustração sexual, sempre me foi mais crível do que a visão Freudiana de “tudo leva ao sexo”.  Se continuar falando sobre isso, vou fugir do tema.

A questão é que são duas figuras históricas, internacionalmente conhecidas, e fazer uma estória que não tivesse o devido conteúdo e respeito à história de ambos, teríamos apenas um filme que aborda o que é a psico-análise (como Freud gosta de dizer). Mas o filme consegue ir além.

O Rei Aragorn Viggo Mortensen consegue (ainda que seja um coadjuvante) roubar a cena, cada vez que aparece. Só posso dizer que você consegue crer que é FREUD, de verdade, ali. Ainda que não haja tanta semelhança física entre Freud e Viggo Mortensen, você consegue crer que aquele É o tal “Pai da Psicanálise”. Pra quem leu algum dos livros de Freud, consegue até mesmo identificar sua forma de discorrer sobre certos assuntos. E seu onipresente charuto, companheiro em todas as cenas.

“This is Anduril, the sword of… / Wait, it is a falic symbol, that sword of yours…”

Eu já tinha me tornado fã de Magneto Michael Fassbender desde sua atuação em “X-Men: First Class”, e sua atuação como Jung não me decepcionou nem um pouco. Ele é mais parecido com Jung, fisicamente. Mas sua atuação ultrapassa qualquer semelhança física. Ele consegue dar dimensão para aquele homem, mostrando-o como homem. Jung era um gênio, mas o filme, a atuação, fazem você sentir o que ele sentia… A angústia, fosse por desejo, fosse pelo medo (ao fim do filme, não vou fazer spoilers). Só me chateou não terem mencionado toda a “individuação” de Jung, a construção de Bolingen, mas só isso já daria outro filme… (David Cronenberg, anota aí!)

“Os arquétipos estão presentes no inconsci… / Eu vou destruir os humanos!”

O diretor David Cronenberg consegue captar o que é mais importante, acima de tudo: ambos são seres humanos. Que descobriram algo muito maior que eles mesmos, mas são, acima de tudo humanos, e assim, providos de sentimentos, desejos, necessidades. E que tem que lutar, cada um à sua forma: no caso de Jung, contra seus desejos, no de Freud, contra sua própria idealização limitada (freudianos atiram pedras no Tio Edu, nesse momento).

Quando contracenam, é de arrepiar. Pra mim, uma das cenas mais brilhantes do filme é quando ambos estão num navio, à caminho da América, para um congresso. Jung conta um de seus sonhos, Freud o interpreta. Quando Jung pede para que Freud conte um dos seus, ele retruca: “Não quero perder minha autoridade”.

Elizabeth Swann Keira Knightley também está fantástica (e paga peitinho várias vezes). As cenas iniciais, com ela tendo ataques histéricos, e a progressiva melhora, bem como tudo o mais que acontece com a personagem (Sabina Spielrein), são interpretados maravilhosamente bem.

“He spanked me!”

Vale ainda o comentário sobre o marido da Monica Bellucci Vincent Cassel, interpretando Otto Gross, um médico que foi paciente de Freud, e que quase leva Jung à loucura.

“Jung, meu brother, toma mais uma aí…”

Se não sair UM Oscar de atuação pra um deles, a Academia é uma farsa (ou seja, não vai sair Oscar pra eles :P).

Só posso dizer: é um GRANDE filme. Diria até obrigatório, mas como boa parte das pessoas hoje em dia prefere NÃO usar o cérebro, não adianta muito.

Acompanha o trailer, pra quem quer ter mais um gostinho…