6 motivos pelos quais você não deve faltar às aulas.

Um novo ano se aproxima e, para os estudantes, as resoluções normalmente envolvem ter um desempenho tão bom ou melhor do que o do ano anterior. Se neste ano que termina você não atingiu os resultados esperados com seus estudos, talvez um dos motivos seja a frequência com que você compareceu às aulas.

Confira 6 motivos pelos quais você não deve faltar às aulas:

Aula inaugural

1. Conteúdos importantes nem sempre estão presentes nas apostilas

Normalmente, professores passam um conteúdo mais abrangente do que aquilo que as apostilas de estudo oferecem, citando informações importantes que você não encontrará apenas com a leitura de seu material de aula.

2. Conhecer os professores

Se você não assistir a aulas com frequência, você perderá as chances de conhecer melhor seus professores, já que eles mal saberão quem você é. Manter contato com o corpo docente é importante por muitas razões. É com eles que você contará quando tiver problemas com o aprendizado de uma matéria ou até mesmo quando precisar de uma recomendação para um estágio.

3. Projetos em grupo

Seja na universidade ou no colégio, muitos professores propõem projetos em grupo para ensinar uma matéria ou ajudar nas notas finais. Se você não comparece às aulas, as chances de você perder um desses trabalhos é grande. Além disso, você não terá tanto contato com seus colegas e realizar um projeto em equipe será mais complicado por falta de entrosamento.

4. Maneiras próprias de ensino

Muitos professores possuem maneiras próprias de ensino que podem prejudicar caso você não compareça às aulas. Por exemplo: em uma aula de literatura, a análise que um professor tem de um livro pode ser diferente do que a sua própria interpretação e o que será cobrado na prova será baseado no que foi ensinado em aula.

5. Ouvir as informações

Ao estudar, quanto mais vezes você revisar um conteúdo, mais fixo ele estará em sua mente. Por isso, ir às aulas é essencial para ajudar na memorização do aprendizado, já que ao ouvir as informações antes ou depois de ler a matéria garantirá que você guarde o que foi estudado.

6. Respostas para avaliações

Normalmente, professores compartilham em sala informações que já separaram para cobrar nas avaliações. Sendo assim, ao estar presente nas aulas, você tem mais chances de tirar uma boa nota na prova.

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4 dicas para se dar bem nas provas de 2014.

Muitos estudantes aproveitam o começo do ano para mudar os seus hábitos e garantir que serão alunos melhores. Se você quer ser bem-sucedido nas provas em 2014, existem algumas coisas que podem ser feitas para garantir notas altas. Confira algumas delas e incorpore-as na sua rotina:

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1. Comece cedo

É preciso começar a estudar para as suas provas cedo. Não adianta procrastinar o bimestre inteiro e querer aprender tudo na véspera do exame. Estude de acordo com as aulas dadas e evite acumular conteúdos.

 2. Monte uma rotina de estudos

Reservar uma ou duas horas para estudar é uma ótima forma de garantir que os conteúdos serão fixados de acordo com o que é lecionado pelo professor. Assim, você não terá muitas informações para guardar quando a prova se aproximar.

 3. Faça anotações

Anotar o que é dito é a melhor forma de organizar os seus estudos e ter mais chances de aprender o conteúdo. Escrever ajuda você a lembrar das informações quando for reler o que está escrito.

 4. Durma

É comum que estudantes passem a noite acordados estudando para os seus exames. Porém, esse hábito faz com que você se sinta cansado e impossibilitado de realizar a prova da melhor forma possível. Crie uma rotina de sono saudável.

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Persuasão e como influenciar os outros.

Relações humanas são baseadas em um enorme sistema inconsciente de dar e receber. “Eu vou fazer isso pra você mesmo que eu não receba nada em troca agora porque você vai ‘me dever uma’ no futuro”.

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Robert B. Cialdini, professor de psicologia da Universidade Estadual do Arizona tem estudado a importância da persuasão e sua influência nos nossos relacionamentos sociais e profissionais.

Através de pesquisas nessa área, Cialdini identificou seis princípios da influência largamente usados e geralmente bem sucedidos:

 1. Reciprocidade

As pessoas estão mais dispostas a aceitar pedidos (favores, serviços, informações e concessões) daqueles que já deram algo assim a elas. Uma vez que as pessoas sentem a obrigação de serem recíprocas, Cialdini descobriu que amostras gratuitas do supermercado, inspeções de empresas de dedetização gratuitas e presentinhos gratuitos recebidos pelo correio de comerciantes e arrecadadores de fundos foram todos meios bem sucedidos de aumentar os pedidos das empresas.

Por exemplo, de acordo com a American Disabled Veterans Organization (Organização Americana dos Veteranos Inválidos), enviar por correio um simples folheto pedindo doações tem uma taxa de 18% de sucesso. Anexar um pequeno presente, como etiquetas de endereços, quase dobra a taxa de sucesso, que vai a 35%. “Como você me mandou umas etiquetas legais, eu vou fazer uma doação como retribuição”.

 2. Comprometimento e consistência

Pessoas estão mais dispostas a se moverem em uma direção específica se a virem como consistente e com um comprometimento recente ou já existente. Por exemplo, empresas que fazem grande pressão em seus clientes com vendas de porta em porta sofrem com a tendência a perderem seus clientes depois que o vendedor pára de fazer pressão em suas portas.

Quando você vai a uma concessionária comprar um carro novo, uma das primeiras perguntas feitas pelo vendedor é: “O que é que você busca em um carro?”. Ele, então, prossegue mostrando a você modelos que tenham atributos que mostrem consistência daquilo que você quer.

 3. Autoridade

Pessoas estão mais dispostas a seguir ordens ou recomendações de alguém que elas vejam como uma autoridade. Poucas pessoas têm auto-assertividade suficiente pra questionar autoridade diretamente, especialmente quando essa autoridade tem poder direto sobre o indivíduo e se trata de um confronto ou situação cara a cara.

É por isso que crianças são vulneráveis a adultos (especialmente adultos de confiança, como professores) – elas são ensinadas a ver os adultos como figuras de autoridade e freqüentemente farão o que são mandadas sem questionamentos.

 4. Validação social

Pessoas estão mais dispostas a dar um passo recomendado se virem evidências de que outras pessoas, especialmente pessoas parecidas com elas, estão pegando, comprando ou usando aquilo. Fabricantes usam esse princípio afirmando que seus produtos são os que mais crescem ou mais vendem no mercado. Cialdini descobriu que a estratégia da concordância crescente provando que há evidências de que muitos outros já concordaram com aquilo foi o mais utilizado dos seis princípios que ele encontrou.

Algumas pessoas precisam se sentir parte da “massa” usando ou fazendo o que os outros estão usando e fazendo.

 5. Escassez

Pessoas acham objetos e oportunidades mais atraentes quando eles são escassos, raros ou estão em falta. Por isso que os classificados estão cheios de avisos a potenciais consumidores dizendo que são os “Últimos três dias”, é uma “Oferta por tempo limitado” ou uma “Liquidação de apenas uma semana”.

Um dono de uma sala de cinema conseguiu colocar três atrativos diferentes do princípio da escassez em uma única frase, que dizia: “Exclusivo, tempo limitado, termina em breve”.

 6. Apreço e amizade

As pessoas preferem dizer “sim” a aqueles que conhecem e de quem gostam. Se você duvida que esse seja o caso, considere o sucesso memorável da Tupperware Home Party Corporation, que faz com que seus clientes consumam seus produtos não de um vendedor atrás de um balcão, mas de seus vizinhos, amigos e parentes que patrocinam a Tupperware e ganha uma porcentagem de seus lucros. De acordo com as entrevistas feitas por Cialdini, muitas pessoas consomem esses produtos não por necessidade, mas por gostarem da pessoa que patrocina a empresa.

Um negócio de redes sociais vale o valor puro do número de pessoas que se inscrevem para usá-lo. E há maneira melhor que induzir as pessoas a dirigir novos usuários e tráfego para seu site do que pessoas recomendando a seus amigos? É marketing gratuito, estilo 2.0.

Obviamente, nem todas as situações estão abertas para persuasão ou influência direta através de um desses seis princípios. Mas estar ciente desses fatores pode ajudá-lo a melhor manejar suas situações pessoais, financeiras ou profissionais no futuro.

Como Dale Carnegie uma vez disse: “Ao lidar com pessoas, lembre-se de que você não está lidando com criaturas de lógica, mas criaturas de emoção”. As pessoas estão muito mais dispostas a ajudá-lo com algo se o virem como alguém parecido com elas, como alguém gentil e simpático e que trata os outros como se estivesse pedindo por um favor para você mesmo.

3 maneiras de falhar na faculdade: prepare-se para elas.

Se você achou que a faculdade seria como o Ensino Médio, se enganou e muito. Saiba como você pode falhar na faculdade e aprenda a se preparar.

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Muitos estudantes pensam que a faculdade não é assim tão diferente do Ensino Médio. As pessoas têm a mesma idade que você, os seus amigos são os mesmos, o que pode ter de tão estranho? A escritora Katherine Kendig discorre sobre três maneiras de falhar na faculdade. Mas não se preocupe, ela também ajuda a lidar com as falhas. Confira:

1. Você vai falhar em manter os seus padrões

Você só tirava 9 e 10 no Ensino Médio? Bem, você vai tirar seu primeiro 8, quem sabe até um 7. As coisas vão se acumular e de repente estudar não vai ser tão fácil. E aquele seu quarto organizado? Em algum ponto, você vai jogar a sua primeira camisa no chão.

Como lidar: 

Abrace a chance de falhar! A faculdade dará a você a chance de testar os seus limites, e essa é a hora de saber até onde você consegue chegar sem se pressionar mais do que o necessário. Se falhar, há sempre espaço para corrigir.

2. Você vai falhar em aproveitar todas as oportunidades que a faculdade oferece

Se você acabou de entrar na faculdade, vai querer fazer parte de todos os clubes e atividades que ela oferece. Conforme o tempo passa, as pilhas de coisas que você terá de fazer serão maiores do que você pode enxergar e uma ou outra vai se perder no caminho, até que você terá abandonado grande parte delas.

Como lidar: 

Não tem nada de errado com ficar em casa assistindo à televisão na sexta-feira. Desde que você faça alguma coisa, não precisará fazer tudo de uma vez.

3. Você vai falhar em se manter saudável

Ou terá sucesso em se manter doente! Na faculdade, todas as pessoas ficam doentes ao mesmo tempo, e sempre tem alguém para espirrar perto demais de você. Prepare-se para contrair as doenças do momento e estar sempre com alguma gripezinha chata.

Como lidar: 

Faça seu estoque de aspirina antes que os estoques se esgotem.

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Guia de sobrevivência para universitários.

Vai começar a faculdade agora e não sabe como se preparar para essa nova fase da vida? Confira o guia de sobrevivência prático e eficaz para universitários.

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Começar a faculdade é uma das fases mais excitantes da vida. A conclusão do Ensino Médio e a perspectiva de estudar o que é necessário para construir a sua carreira trazem a ansiedade de um ambiente novo, diferente do que você esteve acostumado pelos últimos anos. Não sabe como lidar com essa nova experiência?

Confira o guia de sobrevivência para universitários:

 1. Evite procrastinar –  Os professores da universidade são diferentes. Eles também querem o seu sucesso, mas não vão ficar o tempo todo lembrando você dos trabalhos e tarefas a serem entregues. Por isso, a tentação de deixar os estudos para a última hora é grande demais, mas você precisa evitar a procrastinação se você quer ser um bom aluno. Não deixe para depois o que você pode fazer hoje.

2. Procure grupos de estudos – Grupos de estudos ajudam você a não se perder na matéria dada em cada uma das aulas. Seus colegas da universidade podem ser o que você precisa para tirar dúvidas e ir além do conteúdo dado em sala de aula, além de serem também os seus amigos nessa nova fase. Procure pessoas com quem você criou afinidade e sugira encontros semanais para estudar e tirar dúvidas.

 3. Seja flexível – Você vai encontrar todos os tipos de pessoas, professores e aulas na faculdade, e nem sempre você vai gostar de tudo. Seja flexível e aprenda a entender as opiniões de outras pessoas, bem como o jeito de cada professor de transmitir o conteúdo em sala de aula. A flexibilidade vai guiar o seu caminho pela universidade.

   4. Economize tempo – Você vai precisar economizar todo o tempo possível se quer sobreviver ao seu período na faculdade. Automatize o maior número de tarefas que você conseguir e utilize a tecnologia a seu favor, por meio de aplicativos que facilitam atividades do seu dia-a-dia. Listas de tudo o que você precisa fazer no dia ajudam você a organizar o seu tempo da forma ideal.

  5. Não almeje a perfeição – Ninguém é perfeito. Você pode não ser o melhor aluno da sala de aula e só tirar notas máximas, mas isso não quer dizer que você não será um profissional bem-sucedido. O que você precisa é se esforçar e dedicar ao máximo às suas aulas e fazer o melhor possível para absorver todo o conteúdo que os seus professores oferecem. Você não pode ser perfeito, mas pode chegar perto disso. pode chegar perto disso.

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Como montar o seu orçamento e cortar os gastos durante a faculdade.

O ensino superior é um investimento muito caro. Aprenda a fazer um bom orçamento para ter uma experiência melhor na faculdade.

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Para arcar com todos os custos de uma boa instituição de ensino superior, muitos estudantes universitários acabam fazendo financiamentos e empréstimos. Ao invés de sentir o alívio por terminar sua graduação, os recém-formados acabam os cursos cheios de contas para pagar. Porém, algumas medidas podem ajudar a criar um orçamento que minimiza os gastos desnecessários e permite que os estudantes não fiquem sem recursos com o fim da faculdade.

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Para economizar o seu precioso dinheiro durante a faculdade, confira a seguir algumas dicas simples para montar o seu orçamento e cortar os gastos durante a faculdade:

1. Arrume um colega de quarto

Encontrar uma pessoa para dividir o quarto ou até o apartamento é ótimo para dividir as despesas. Ao fazer isso, você conseguirá diminuir os custos da sua moradia e vai economizar no final do mês.

2. Encontre um emprego ou estágio remunerado

Outra forma de diminuir os gastos dos seus pais é encontrar um emprego. Nesses casos, a ideia é procurar por uma ocupação em sua futura área de atuação. Assim, você terá a oportunidade de adquirir mais experiência em sua profissão e também aliviar o orçamento no fim do mês.

3. Crie uma conta bancária independente

Geralmente, estudantes universitários não estão familiarizados orçamentos. Uma ótima dica é abrir uma conta bancária separada dos seus pais. Essa é uma boa oportunidade para você começar a organizar os seus gastos, contas para pagar e gerenciar as suas finanças.

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4 atitudes que todo estudante universitário deve saber para se sair bem durante o período universitário.

A faculdade representa muita pressão para você? Confira uma lista com 4 dicas simples que vão ajudá-lo a lidar com as situações causadas pela vida universitária.

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Provavelmente você já ouviu dizer que os anos que passa na faculdade serão os melhores da sua vida. Mas isso não significa que eles serão fáceis. A quantidade de trabalhos e a responsabilidade de entrar na vida adulta e no mercado de trabalho podem causar muita pressão em um estudante. Contudo, certas dicas podem ajudar a administrar a situação. Veja 4 atitudes que todo estudante universitário deve saber para se sair bem durante o período universitário.

4 dicas essenciais para estudantes universitários:

1. Use seu conhecimento prévio

Dificilmente uma matéria tratará de assuntos completamente desconhecidos. Fique atento ao tema discutido e identifique o que você já sabe sobre ele para facilitar seu processo de estudos e aprendizagem. Utilizando seu conhecimento prévio você facilita o entendimento sobre a matéria, além de sentir-se mais atraído por ela.

 2. Inscreva-se para aulas online

A internet está se tornando um local legítimo de estudos, aproveite a oportunidade. Grande parte dos cursos universitários atuais já conta com um programa que inclui aulas online, mas se esse não for seu caso, inscreva-se para alguma matéria nessa modalidade. Isso vai ajudá-lo a desenvolver estudos mais aprofundados sobre um tema do seu interesse, além de flexibilizar sua programação e carga-horária.

 3. Não se esforce demais

Ninguém está dizendo que você deve ser um estudante displicente, mas é importante ser realista. Apesar de ser um estudante, você tem outras preocupações com as quais lidar,como um estágio ou a forma como você vai se sustentar (especialmente se você estuda longe de casa). Você deve se dedicar tanto quanto puder aos estudos, mas tente não ultrapassar seus limites, porque isso vai acabar causando problemas para você.

4. Procure ganhar créditos extras

Grande parte das universidades trabalha com o esquema de horas complementares, na qual o estudante deve participar de outras atividades que não a aula para cumprirem a carga-horária exigida. Não subestime o poder dessas atividades: você pode utilizá-las tanto para o seu desenvolvimento profissional quanto para o seu desenvolvimento pessoal. Informe-se sobre as atividades que podem ser convertidas em horas complementares e envolva-se com elas. Você pode trabalhar como voluntário, conseguir um estágio ou simplesmente ingressar em um curso de idiomas ou intercâmbio.

5 maneiras de ser um universitário bem sucedido.

Se você está passando por dificuldades para lidar com a vida de universitário, confira 5 maneiras de se tornar um estudante bem-sucedido sem passar por grandes crises.

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A vida universitária exige muito dos estudantes e, em alguns momentos, é comum pensar que será impossível realizar tantas tarefas com sucesso. Felizmente, isso acontece apenas nos momentos de crise. E para garantir que você vai passar por eles com facilidade.

 5 maneiras de ser um universitário bem-sucedido:

1. Deixe-se explorar

Talvez você já tenha uma idéia bem clara do que quer para sua vida ao entrar na faculdade, mas não deixe que isso o impeça de fazer novas tentativas Dê a si mesmo oportunidade de conhecer outras áreas, de trabalhar com outras plataformas diferentes da que você já escolheu. Com isso você terá a oportunidade de confirmar se escolheu a coisa certa ou se apaixonar por outra área dentro da profissão escolhida. Qualquer que seja o caso, você será um profissional melhor por ter explorado diversas possibilidades.

2. Faça escolhas conscientes

A faculdade é um período de aprendizado intenso, e grande parte dele vem por meio de escolhas. Seja um grupo de trabalho, uma matéria eletiva ou aceitar um estágio você deve estar consciente das escolhas que está fazendo. Analise todas as possibilidades que aquela alternativa pode gerar, pense nas consequências que ela trará para a sua vida. Só dessa maneira você poderá aproveitar plenamente a experiência.

3. Prepare-se para ser cobrado

Talvez essa cobrança não venha por parte dos professores ou mesmo dos seus pais, mas você precisa se comprometer consigo mesmo. Lembre-se: o mercado de trabalho é exigente. Você deve dar o melhor de si para que possa se destacar diante de outros profissionais. Dedique-se ao máximo durante o período de estudos, preste atenção às aulas, participe dos debates e realize as atividades propostas. Isso não significa deixar a diversão de lado, mas você deve separar as coisas. Seja o melhor supervisor de si mesmo, ninguém tem mais condições de cobrá-lo no que se refere ao desempenho.

4. Aprenda fora da sala de aula

Provavelmente você gasta uma quantia significativa de tempo dentro das salas de aulas e laboratórios da universidade, mas não se engane acreditando que esses são os únicos ambiente de aprendizado que a instituição proporciona. Mesmo uma volta pelo campus pode ensinar algo a você e até, quem sabe, permitir que você estabeleça contato com estudantes de outras áreas. Veja a oportunidade de aprender em qualquer ocasião, esteja aberto para novos ensinamentos vindos de diferentes pessoas.

5. Mantenha o equilíbrio

A universidade pode ser sufocante. A grande quantidade de trabalhos, novas responsabilidades, a diversão e um possível emprego podem acabar tirando você do seu eixo. Nesse momento, é importante manter o equilíbrio. Aprenda a balancear todas as áreas da sua vida de modo que nenhuma delas seja preterida em nome de outra. Essa é uma tarefa que você deve realizar sozinho, ninguém mais poderá estabelecer prioridades por você. Lembre-se apenas de incluir tudo que faz você se sentir bem.

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AQUECIMENTO: Freud e a Educação

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Mais uma vez, galera, voltando a falar sobre livros interessantes para a nossa formação. Em específico, um livro indicado para aqueles que querem saber mais sobre a área Educacional, e a sua ligação com a Psicanálise, por exemplo.

Maria Cristina Kupfer (diretora do Instituto de Psicologia na USP), em “Freud e a Educação: O Mestre do Impossível”, nos conta sobre o desenvolvimento educacional do próprio Freud, e certos pontos que podem ser levados em conta em sua biografia que baseariam certas questões de sua teoria. As comparações sobre o desenvolvimento psicossexual e sua relação com o surgimento do desejo de saber, são particularmente esclarecedores.

A autora também nos demonstra a realidade da incompatibilidade do trabalho psicoanalítico com a educação, e como ambos seguem caminhos completamente e tortuosamente diferentes: enquanto a Psicanálise se interessa pelo indivíduo, a Pedagogia tem como ponto focal a coletividade.

Nos conta sobre tentativas (frustradas) de encontrar um ponto de encontro entre as duas propostas, da Educação e da Psicanálise, e demonstra porque ambas não se encontram.

Enfim, um grande livro (embora tenha apenas 98 páginas), para quem busca compreender mais e mais sobre a Psicologia, em todos os seus aspectos.

O livro é relativamente dificil de achar em livrarias, geralmente em sebos. Mas não é complicado achar pdf’s pela internet.

A autora pode ser vista aqui.

Divirtam-se! 😉

 

O QUE É NEUROSE?

Muitas pessoas me perguntam o que é neurose e essa é um resposta difícil, pois existem muitos entendimentos sobre essa palavra.

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Originalmente ela surgiu no meio médico para falar de problema nos nervos, por volta do século XVIII.

Depois ela foi adotada por Sigmund Freud para caracterizar uma série de perturbações emocionais que afetavam o comportamento e a vida social de uma pessoa sem, no entanto, prejudicar a capacidade de avaliação da realidade como no caso das psicoses.

Tecnicamente é um termo em desuso já que a Associação Americana de Psiquiatria preferiu categorizar melhor os sintomas e quadros de transtornos mentais de modo que não só a Psicanálise (que é uma das correntes da Psicologia) restringisse uma terminologia. Portanto, os quadros conhecidos como depressão, transtornos ansiosos, TOC são o que antigamente se tratava como neurose.

Existe ainda a concepção popular que é pejorativa para tratar pessoas desequilibradas e comportamento bizarro, exagerado e dramático.

O meu entendimento de neurose e de que todos nós somos parcial ou completamente neuróticos é que ela é um tipo de padrão de comportamento que ainda tem traços de narcisismo que eram normais e próprios do desenvolvimento de uma criança, mas que numa pessoa adulta se tornam desadaptados.

O neurótico está fixado em certo tipo de vício emocional em torno de um tema específico como culpa, prepotência, controle, possessividade, certeza, carência e inveja. Por conta dessas limitações emocionais esse tipo de pessoa causa problemas na vida cotidiana que não chegam a ser alarmantes mas que são problemáticos e impedem a própria pessoa e aqueles a sua volta de gozarem de um estado de bem-estar e fluidez. É como se nunca pudessem gozar de felicidade por estarem presas em emoções que aparecem de modo repetitivo em determinados tipos de situação.

São pessoas com dificuldade em ter fazer certas operações básicas da vida como assumir responsabilidade, ser grata, ajudar os outros sem uma necessidade grande de que os outros a reconheçam, recompensem, protejam e sem conseguir deixar de sentir culpa, raiva e pesar de forma desproporcional ao que pedem certas situações

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Situação 1 –  A pessoa vai sair em grupo, mas está incomodada com algo que ela própria não entende e não quer comunicar e acaba fazendo todos se sentirem mal por ela estar mal.

Situação 2 –  A família vai viajar e a mãe faz os filhos se sentirem culpados por não agirem como ela fantasiou em sua cabeça porque ninguém reconheceu a sua importância pessoal de anos de amor e blábláblá.

Situação 3 –  Uma pessoa hipersensível que está num relacionamento e fica impondo regras (secretas para o parceiro) que se não forem seguidas causam desconforto, brigas e mágoa.

Situação 4 –  Num passeio a pessoa não consegue relaxar o suficiente e curtir o momento e ao invés disso fica tentando controlar cada acontecimento como se pretensamente estivesse zelando pelo bom andamento do divertimento.

Situação 5 –  Na hora do sexo a pessoa não consegue se entregar o suficiente para gozar de um prazer espontâneo que surja da própria experiência. Ao contrário, é escrava de artifícios mentais ou brinquedinhos, fantasias, realidade paralelas para evocar ou sustentar o desejo.

Situação 6 – A pessoa fica ruminando o término de um relacionamento e repassando os acontecimentos como uma máquina em sua mente tentando consertar hipoteticamente a realidade passada e/ou acusando a outra pessoa interminavelmente.

Situação 7 – A pessoa não consegue transitar entre papéis diferentes (profissional, pessoal, amoroso, familiar) em sua vida de forma fluida ou só consegue seguir determinado script em ser o “bonzinho”, o “certinho”, o “maluquinho”, o “geniozinho” em todas as ocasiões.

Situação 8 –  A pessoa não age por medo de sofrer e porque não age sofre do mesmo jeito.

Situação 9 – Diante de uma situação nova ou fora da previsibilidade a pessoa recua e se entrega a medos e paralisias que a impedem de conhecer novas realidades.

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Em resumo é uma torna estereotipada de atuar na vida em que as reais reações emocionais são substituídas por idealizações de um tipo de mundo que só existe em sua fantasia. É uma forma de desconexão do momento presente em favor do futuro ou passado catastrófico ou de um presente perfeito imaginário.

O que a maior parte das pessoas chama de “meu jeito de ser” é na realidade uma fixação emocional que a impede de desabrochar na vida de forma plena. O que ela chama de “sua essência” é na maior parte das vezes uma prisão emocional da qual ela não quer se desligar porque teme ser chamada à realidade adulta cheia de mudanças imprevisíveis e fora do controle. Aliás o desconhecido é o inimigo número 1 do neurótico.