Modelo de Trabalho Pronto de Esquizofrenia.

 

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Espero que os ajudem!

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Como ir bem na faculdade? Estudo e organização do aluno nota 10.

A vida na universidade pode tornar-se um grande problema para um estudante que não conseguir equilibrar seus estudos, sua vida social e, muitas vezes, um trabalho. As dicas a seguir, vão ajudá-lo a lidar melhor com os desafios que representam o ingresso no ensino superior.

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1. Vá para a aula.

Por que você acha que seus pais investem na sua educação e pagam até seu curso superior? Para que você vá à faculdade! Apenas vá. Mesmo quando não “estiver a fim”. Vá. Você pode ganhar pontos de participação e o professor terá a oportunidade de conhecer você melhor. Isso irá mantê-lo no fluxo da aula e prepará-lo para eventos inesperados como uma avaliação sobre um conteúdo recém estudado. Diversas disciplinas têm trabalhos para fazer em aula e estudos de caso que você só ouvirá se estiver presente. Não desperdice isso!

2. Organize-se.

No curso superior, sua capacidade de executar várias tarefas ao mesmo tempo é muito importante. Busque formas de organizar e planejar todos os seus trabalhos, tentando terminá-los o mais cedo possível para evitar estresses de última hora. Algumas universidades possuem ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) nos quais você pode registrar as datas de avaliações e trabalhos. Você também pode gostar de usar ferramentas on-line como o Google Agenda para registrar todos seus compromissos, sejam relativos à universidade ou não. Se você não gosta de usar a internet para esse tipo de coisa, uma boa e velha agenda de papel pode ser de grande ajuda. Eu, até hoje, utilizo um grande quadro branco que fica no meu escritório. Nele, anoto todas as minhas tarefas a fazer e vou apagando conforme as realizo.

3. Imponha limites em relação à mídia.

Isso inclui o Facebook, o YouTube, o Orkut, a televisão, os videogames e todo tipo de entretenimento virtual. Você está na faculdade para aprender. Não perca seu foco e seu tempo com esse tipo de coisa, a não ser que você saiba tirar proveito delas para seus estudos.

4. Encare seu aprendizado como se estivesse em uma empresa.

Em um trabalho, geralmente você começa às 7 e meia da manhã e sai às 5 e meia da tarde. O resto do dia seria seu tempo livre. Se você seguir uma disciplina semelhante em relação aos seus estudos, seu sucesso está garantido. Vá para a aula, frequente a biblioteca, estude seriamente e às 5 e meia da tarde deixe os livros de lado e vá para casa. Simples assim. Haja como um profissional, um adulto. Trate sua vida acadêmica como se fosse um treinamento para sua futura vida profissional.

5. Encontre o melhor método de estudo para você.

Em relação à forma de estudo, cada um de nós é diferente. Alguns gostam de estudar em meio ao barulho, outros preferem silêncio. Alguns gostam de música para aumentar a concentração, outros precisam ler em voz alta para si mesmos. Alguns gostam de ficar sozinhos na biblioteca, outros preferem estudos em grupo. A neurociência vem tentando explicar essas diferenças e podem ajudá-lo a encontrar o melhor método de aprendizado.

6. Equilibre trabalho, estudo e vida social.

Muitos estudantes universitários começam a tirar notas baixas pois só pensam em sair e conversar com os amigos o tempo todo. Não pense que não há tempo para vida social quando se está na faculdade, mas tudo deve ser equilibrado. Fique longe de festas enquanto não deixar seus estudos em ordem.

7. Use seu tempo de forma eficiente e efetiva.

Não deixe nada para depois. Tente progredir diariamente em tudo que você se propuser a fazer. Por exemplo, se você tem um artigo acadêmico ou uma resenha para entregar daqui seis semanas, não deixe para escrever apenas três dias antes. Eu utilizo um método que sempre se mostrou muito eficaz: estipulo o número de páginas para meu texto e divido pelo número de dias que tenho até a data de entrega. Dessa forma, eu sei quanto preciso escrever por dia para ter tudo pronto na data final. Foi dessa forma que evitei sérias sobrecargas de trabalhos ao final de cada semestre na faculdade.

8. Cuide de sua saúde.

Os antigos gregos já diziam: “Νους υγιής εν σωματι υγιεί”, ou seja “mente sã, corpo são”. Estude muito, mas não deixe de praticar exercícios físicos, de alimentar-se bem e de dormir o tempo necessário todas as noites. Com isso você não apenas se sentirá melhor, mas também conseguirá pensar e aprender mais facilmente.

9. Mantenha um esforço de 100% durante todo semestre.

Alguns estudantes começam o semestre muito bem, mas vão perdendo energia conforme o tempo vai passando. Eles pensam que se esforçando no princípio poderão relaxar ao final de cada disciplina. Esse é um erro grosseiro. Esforce-se para dar sempre o seu melhor fazendo tudo com o maior afinco possível. Mantenha-se no topo e não perca o foco!

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Dicas de estudo — nível universitário.

  • Faça anotações em todas as aulas e reescreva todas elas quando chegar em casa. Seja claro, de forma que seja possível entendê-las mesmo fora do contexto da aula. Além disso, não esqueça de datá-las.
  • Se for preciso, procure e aproveite serviços como aulas extra, grupos de estudo ou de pesquisa e aulas para alunos com dificuldades. Não espere nem tenha vergonha de pedir ajuda. Você paga para ter esses serviços, use-os.
  • Considere a ideia de estudar em lugares que são agradáveis para você. Por exemplo, na cafeteria enquanto toma aquele expresso depois do almoço.
  • Revise suas anotações regularmente e seja crítico em relação a elas. Veja se estão consistentes e abarcam o conteúdo de forma clara e objetiva. Faça isso antes das provas ou avaliações, sendo sincero consigo mesmo a respeito de suas fraquezas e esforçando-se para corrigi-las assim que possível.
  • Se você tiver que faltar aula por motivo de doença ou alguma outra razão muito séria, pergunte ao professor sobre a matéria que você perdeu e, se preciso, peça ajuda a algum colega para recuperar aquele conteúdo.
  • Aprenda a escrever rapidamente, pois isso é necessário para tomar notas de tudo que for dito em aula.

Com todas essas dicas simples e óbvias, porém muito importantes, espero ajudar você que está ingressando na universidade ou que vem enfrentando problemas de organização no curso superior. Manter-se sempre focado e encarar seus estudos com seriedade pode ser difícil no início, mas dará muitos frutos ao longo de toda sua vida profissional e acadêmica.

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Coxinhas, Reaças e opiniões de merda

Um dos reflexos dessa nossa “Era da Informação”, é a necessidade de se ter opinião sobre tudo. Sobre QUALQUER coisa.

opiniãoQue aliás, você valoriza excessivamente…

E opinião é algo extremamente pessoal.

De acordo com o Dicionário Priberam:

o·pi·ni·ão
(latim opinio, -onis)

substantivo feminino

1. Modo de ver pessoal. = IDEIA

2. Juízo que se forma de alguém ou de alguma coisa.

3. Adesão pessoal ao que se crê bom ou verdadeiro. = CONVICÇÃO, CRENÇA

4. Manifestação das ideias individuais a respeito de algo ou alguém (ex.: dar a sua opinião). = PARECER, VOTO

5. Credo político. (Usado também no plural.) = CRENÇA

6. [Informal]  Sentimento exagerado de orgulho ou confiança em si próprio. = AMOR-PRÓPRIO, PRESUNÇÃO

“opinião”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/opini%C3%A3o [consultado em 01-02-2014].

Destacamos ainda mais o conceito 4, e a parte de ideia INDIVIDUAL.

Sendo assim, Opinião é algo que pertence a aquela pessoa, e a ela somente. Na formação de tal conceito, a pessoa levou em conta experiências próprias, conhecimentos adquiridos, opiniões de outros, e sempre, uma boa dose de questões relacionadas à Educação familiar que essa pessoa teve. Independente de essa formação familiar ter sido “correta” ou não, ela forma uma boa base do que o ser leva para sua vida.

Mas por ser individual, e baseada em conceitos (e alguns preconceitos, que TODOS temos, sem exceção) pode até ser considerada fora da normalidade. Mas uma vez que a “normalidade” é um conceito EXTREMAMENTE mutável, uma opinião pode ser algo errado para você, que vive numa visão de universo, mas correto para outro.

Claro que, sempre há os conceitos e opiniões que EFETIVAMENTE estão fora de qualquer parâmetro humano. Tomo como exemplo a crença de certas comunidades especialmente localizadas no Oriente Médio e na África, de extirpar o clitóris das mulheres, numa crença (“opinião”) de que a mulher não deve sentir prazer, que seria algo pecaminoso, dentro de sua cultura. Aqui, a discussão não se encerra em opinião, em crença: vai muito além, no que tange ao direito humano, de não ser privado de si mesmo, ou no caso, de seu prazer. Além de qualquer discussão sexista ou em torno de prazer, nos referimos à mutilação de um ser humano, independente de seu sexo.

Mas nossa referência aqui se relaciona com o atual momento em nosso país, e o excesso de opiniões, nem sempre bem fundamentadas, sobre o que seria certo ou errado, ou o que é válido ou não.

Esquerdistas e Direitistas clamam estar certos, cada um com seus ideais de qual é o melhor sistema. Mas esquecem que de qualquer forma, seria um sistema, e sendo assim, coordenado e dirigido por seres humanos, corruptíveis. E sendo assim, NÃO IMPORTA o sistema… Sempre haverá alguém tirando vantagem.

Direita-x-Esquerda_thumb[1]Porque REALMENTE é só assim que dá pra dividir o mundo…

Um desses dias estava no Facebook, e em dada página, iniciou-se uma discussão sobre uso da violência em manifestações. Não por parte da polícia, mas dos manifestantes. Eu mesmo apontei para falta de necessidade de violência, lembrando que Gandhi libertou a Índia através disso, sem contar quando conseguiu a união dos muçulmanos e brâmanes, através de um jejum (pra quem não sabe História, Gandhi fez um jejum até que seus irmãos indianos parassem de lutar uns contra os outros; a trégua veio com os líderes de ambas as facções implorando para que ele comesse). Claro que, no processo da independência da Índia, milhares morreram. Pra quem sabe da História, milhares MESMO. Chacinados, massacrados. Eles simplesmente não lutavam. Apenas caminhavam, e eram fuzilados por soldados ingleses. Tudo isso fez com que as atenções internacionais se voltassem para lá, pressionando a Inglaterra a conceder a independência ao país. Não obtive resposta na discussão, mas pergunto: desses que incitam, corroboram e apoiam a violência, quantos estariam realmente dispostos a dar suas vidas por um ideal? Ou só é bacana destruir propriedade privada, apenas para mostrar que você tem uma questão de agressividade não dirigida?

GandhiBem dito, Mahatma…

E a eterna discussão sobre a homossexualidade? Meu amigo, se o cidadão gosta de fazer sexo daquela maneira, o problema é DELE, não seu. Ele não precisa da sua salvação. Mesmo porque, apenas lembrando, Deus é AMOR, e pediu de nós apenas que amassemos uns aos outros. Só lembrando, o que se encontra no Levítico eram regras pra manter o povo hebreu vivo durante a peregrinação no deserto. Lá também diz que você só deve usar roupas de algodão, deve usar barba, e que é “de boa” ter escravos. Mas você só usa o que lhe convém, né?

felijesusPreciso dizer mais?

Por outro lado, me perdoem, MESMO, mas eu considero desagradável mesmo quando um casal heterossexual se excede em carícias na rua. NÃO IMPORTA sua orientação ou gosto sexual, NINGUÉM precisa ver o que você faz na intimidade. Não apoio de forma alguma a violência contra os homossexuais, aliás, não apoio QUALQUER TIPO de violência. Sim, os que cometem esse tipo de atrocidade tem que ser presos, levados à justiça. E esse tipo de comportamento não pode continuar.

beijo-felix-nikoEu apoio, se não ficou claro.

Antes que eu comece a falar sobre a discussão se é “biscoito” ou “bolacha”, vou parar com os exemplos.

A questão que quero trazer aqui é: independe sua opinião sobre qualquer assunto, ela é SUA.

Você pode ser julgado ou discriminado por ela? De jeito nenhum. Aqueles mesmos que clamam por compreensão, compreendam que você tem a sua opinião por uma razão. E vai viver de acordo com isso, ou não. Talvez, se você conseguir, possa mudar essa opinião, demonstrando, através de um exemplo, através de uma boa argumentação. Mas não enfie as suas opiniões goela abaixo dos outros.

Você não quer ser forçado a aceitar a realidade dos outros? Não force a sua sobre eles.

Como diria o Sr. K, do Nerdcast: “Faça o que bem entender, mas não me encha a porra do saco!

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E por favor, não empurre suas opiniões pros outros.

6 motivos pelos quais você não deve faltar às aulas.

Um novo ano se aproxima e, para os estudantes, as resoluções normalmente envolvem ter um desempenho tão bom ou melhor do que o do ano anterior. Se neste ano que termina você não atingiu os resultados esperados com seus estudos, talvez um dos motivos seja a frequência com que você compareceu às aulas.

Confira 6 motivos pelos quais você não deve faltar às aulas:

Aula inaugural

1. Conteúdos importantes nem sempre estão presentes nas apostilas

Normalmente, professores passam um conteúdo mais abrangente do que aquilo que as apostilas de estudo oferecem, citando informações importantes que você não encontrará apenas com a leitura de seu material de aula.

2. Conhecer os professores

Se você não assistir a aulas com frequência, você perderá as chances de conhecer melhor seus professores, já que eles mal saberão quem você é. Manter contato com o corpo docente é importante por muitas razões. É com eles que você contará quando tiver problemas com o aprendizado de uma matéria ou até mesmo quando precisar de uma recomendação para um estágio.

3. Projetos em grupo

Seja na universidade ou no colégio, muitos professores propõem projetos em grupo para ensinar uma matéria ou ajudar nas notas finais. Se você não comparece às aulas, as chances de você perder um desses trabalhos é grande. Além disso, você não terá tanto contato com seus colegas e realizar um projeto em equipe será mais complicado por falta de entrosamento.

4. Maneiras próprias de ensino

Muitos professores possuem maneiras próprias de ensino que podem prejudicar caso você não compareça às aulas. Por exemplo: em uma aula de literatura, a análise que um professor tem de um livro pode ser diferente do que a sua própria interpretação e o que será cobrado na prova será baseado no que foi ensinado em aula.

5. Ouvir as informações

Ao estudar, quanto mais vezes você revisar um conteúdo, mais fixo ele estará em sua mente. Por isso, ir às aulas é essencial para ajudar na memorização do aprendizado, já que ao ouvir as informações antes ou depois de ler a matéria garantirá que você guarde o que foi estudado.

6. Respostas para avaliações

Normalmente, professores compartilham em sala informações que já separaram para cobrar nas avaliações. Sendo assim, ao estar presente nas aulas, você tem mais chances de tirar uma boa nota na prova.

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4 dicas para se dar bem nas provas de 2014.

Muitos estudantes aproveitam o começo do ano para mudar os seus hábitos e garantir que serão alunos melhores. Se você quer ser bem-sucedido nas provas em 2014, existem algumas coisas que podem ser feitas para garantir notas altas. Confira algumas delas e incorpore-as na sua rotina:

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1. Comece cedo

É preciso começar a estudar para as suas provas cedo. Não adianta procrastinar o bimestre inteiro e querer aprender tudo na véspera do exame. Estude de acordo com as aulas dadas e evite acumular conteúdos.

 2. Monte uma rotina de estudos

Reservar uma ou duas horas para estudar é uma ótima forma de garantir que os conteúdos serão fixados de acordo com o que é lecionado pelo professor. Assim, você não terá muitas informações para guardar quando a prova se aproximar.

 3. Faça anotações

Anotar o que é dito é a melhor forma de organizar os seus estudos e ter mais chances de aprender o conteúdo. Escrever ajuda você a lembrar das informações quando for reler o que está escrito.

 4. Durma

É comum que estudantes passem a noite acordados estudando para os seus exames. Porém, esse hábito faz com que você se sinta cansado e impossibilitado de realizar a prova da melhor forma possível. Crie uma rotina de sono saudável.

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Persuasão e como influenciar os outros.

Relações humanas são baseadas em um enorme sistema inconsciente de dar e receber. “Eu vou fazer isso pra você mesmo que eu não receba nada em troca agora porque você vai ‘me dever uma’ no futuro”.

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Robert B. Cialdini, professor de psicologia da Universidade Estadual do Arizona tem estudado a importância da persuasão e sua influência nos nossos relacionamentos sociais e profissionais.

Através de pesquisas nessa área, Cialdini identificou seis princípios da influência largamente usados e geralmente bem sucedidos:

 1. Reciprocidade

As pessoas estão mais dispostas a aceitar pedidos (favores, serviços, informações e concessões) daqueles que já deram algo assim a elas. Uma vez que as pessoas sentem a obrigação de serem recíprocas, Cialdini descobriu que amostras gratuitas do supermercado, inspeções de empresas de dedetização gratuitas e presentinhos gratuitos recebidos pelo correio de comerciantes e arrecadadores de fundos foram todos meios bem sucedidos de aumentar os pedidos das empresas.

Por exemplo, de acordo com a American Disabled Veterans Organization (Organização Americana dos Veteranos Inválidos), enviar por correio um simples folheto pedindo doações tem uma taxa de 18% de sucesso. Anexar um pequeno presente, como etiquetas de endereços, quase dobra a taxa de sucesso, que vai a 35%. “Como você me mandou umas etiquetas legais, eu vou fazer uma doação como retribuição”.

 2. Comprometimento e consistência

Pessoas estão mais dispostas a se moverem em uma direção específica se a virem como consistente e com um comprometimento recente ou já existente. Por exemplo, empresas que fazem grande pressão em seus clientes com vendas de porta em porta sofrem com a tendência a perderem seus clientes depois que o vendedor pára de fazer pressão em suas portas.

Quando você vai a uma concessionária comprar um carro novo, uma das primeiras perguntas feitas pelo vendedor é: “O que é que você busca em um carro?”. Ele, então, prossegue mostrando a você modelos que tenham atributos que mostrem consistência daquilo que você quer.

 3. Autoridade

Pessoas estão mais dispostas a seguir ordens ou recomendações de alguém que elas vejam como uma autoridade. Poucas pessoas têm auto-assertividade suficiente pra questionar autoridade diretamente, especialmente quando essa autoridade tem poder direto sobre o indivíduo e se trata de um confronto ou situação cara a cara.

É por isso que crianças são vulneráveis a adultos (especialmente adultos de confiança, como professores) – elas são ensinadas a ver os adultos como figuras de autoridade e freqüentemente farão o que são mandadas sem questionamentos.

 4. Validação social

Pessoas estão mais dispostas a dar um passo recomendado se virem evidências de que outras pessoas, especialmente pessoas parecidas com elas, estão pegando, comprando ou usando aquilo. Fabricantes usam esse princípio afirmando que seus produtos são os que mais crescem ou mais vendem no mercado. Cialdini descobriu que a estratégia da concordância crescente provando que há evidências de que muitos outros já concordaram com aquilo foi o mais utilizado dos seis princípios que ele encontrou.

Algumas pessoas precisam se sentir parte da “massa” usando ou fazendo o que os outros estão usando e fazendo.

 5. Escassez

Pessoas acham objetos e oportunidades mais atraentes quando eles são escassos, raros ou estão em falta. Por isso que os classificados estão cheios de avisos a potenciais consumidores dizendo que são os “Últimos três dias”, é uma “Oferta por tempo limitado” ou uma “Liquidação de apenas uma semana”.

Um dono de uma sala de cinema conseguiu colocar três atrativos diferentes do princípio da escassez em uma única frase, que dizia: “Exclusivo, tempo limitado, termina em breve”.

 6. Apreço e amizade

As pessoas preferem dizer “sim” a aqueles que conhecem e de quem gostam. Se você duvida que esse seja o caso, considere o sucesso memorável da Tupperware Home Party Corporation, que faz com que seus clientes consumam seus produtos não de um vendedor atrás de um balcão, mas de seus vizinhos, amigos e parentes que patrocinam a Tupperware e ganha uma porcentagem de seus lucros. De acordo com as entrevistas feitas por Cialdini, muitas pessoas consomem esses produtos não por necessidade, mas por gostarem da pessoa que patrocina a empresa.

Um negócio de redes sociais vale o valor puro do número de pessoas que se inscrevem para usá-lo. E há maneira melhor que induzir as pessoas a dirigir novos usuários e tráfego para seu site do que pessoas recomendando a seus amigos? É marketing gratuito, estilo 2.0.

Obviamente, nem todas as situações estão abertas para persuasão ou influência direta através de um desses seis princípios. Mas estar ciente desses fatores pode ajudá-lo a melhor manejar suas situações pessoais, financeiras ou profissionais no futuro.

Como Dale Carnegie uma vez disse: “Ao lidar com pessoas, lembre-se de que você não está lidando com criaturas de lógica, mas criaturas de emoção”. As pessoas estão muito mais dispostas a ajudá-lo com algo se o virem como alguém parecido com elas, como alguém gentil e simpático e que trata os outros como se estivesse pedindo por um favor para você mesmo.

3 maneiras de falhar na faculdade: prepare-se para elas.

Se você achou que a faculdade seria como o Ensino Médio, se enganou e muito. Saiba como você pode falhar na faculdade e aprenda a se preparar.

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Muitos estudantes pensam que a faculdade não é assim tão diferente do Ensino Médio. As pessoas têm a mesma idade que você, os seus amigos são os mesmos, o que pode ter de tão estranho? A escritora Katherine Kendig discorre sobre três maneiras de falhar na faculdade. Mas não se preocupe, ela também ajuda a lidar com as falhas. Confira:

1. Você vai falhar em manter os seus padrões

Você só tirava 9 e 10 no Ensino Médio? Bem, você vai tirar seu primeiro 8, quem sabe até um 7. As coisas vão se acumular e de repente estudar não vai ser tão fácil. E aquele seu quarto organizado? Em algum ponto, você vai jogar a sua primeira camisa no chão.

Como lidar: 

Abrace a chance de falhar! A faculdade dará a você a chance de testar os seus limites, e essa é a hora de saber até onde você consegue chegar sem se pressionar mais do que o necessário. Se falhar, há sempre espaço para corrigir.

2. Você vai falhar em aproveitar todas as oportunidades que a faculdade oferece

Se você acabou de entrar na faculdade, vai querer fazer parte de todos os clubes e atividades que ela oferece. Conforme o tempo passa, as pilhas de coisas que você terá de fazer serão maiores do que você pode enxergar e uma ou outra vai se perder no caminho, até que você terá abandonado grande parte delas.

Como lidar: 

Não tem nada de errado com ficar em casa assistindo à televisão na sexta-feira. Desde que você faça alguma coisa, não precisará fazer tudo de uma vez.

3. Você vai falhar em se manter saudável

Ou terá sucesso em se manter doente! Na faculdade, todas as pessoas ficam doentes ao mesmo tempo, e sempre tem alguém para espirrar perto demais de você. Prepare-se para contrair as doenças do momento e estar sempre com alguma gripezinha chata.

Como lidar: 

Faça seu estoque de aspirina antes que os estoques se esgotem.

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Guia de sobrevivência para universitários.

Vai começar a faculdade agora e não sabe como se preparar para essa nova fase da vida? Confira o guia de sobrevivência prático e eficaz para universitários.

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Começar a faculdade é uma das fases mais excitantes da vida. A conclusão do Ensino Médio e a perspectiva de estudar o que é necessário para construir a sua carreira trazem a ansiedade de um ambiente novo, diferente do que você esteve acostumado pelos últimos anos. Não sabe como lidar com essa nova experiência?

Confira o guia de sobrevivência para universitários:

 1. Evite procrastinar –  Os professores da universidade são diferentes. Eles também querem o seu sucesso, mas não vão ficar o tempo todo lembrando você dos trabalhos e tarefas a serem entregues. Por isso, a tentação de deixar os estudos para a última hora é grande demais, mas você precisa evitar a procrastinação se você quer ser um bom aluno. Não deixe para depois o que você pode fazer hoje.

2. Procure grupos de estudos – Grupos de estudos ajudam você a não se perder na matéria dada em cada uma das aulas. Seus colegas da universidade podem ser o que você precisa para tirar dúvidas e ir além do conteúdo dado em sala de aula, além de serem também os seus amigos nessa nova fase. Procure pessoas com quem você criou afinidade e sugira encontros semanais para estudar e tirar dúvidas.

 3. Seja flexível – Você vai encontrar todos os tipos de pessoas, professores e aulas na faculdade, e nem sempre você vai gostar de tudo. Seja flexível e aprenda a entender as opiniões de outras pessoas, bem como o jeito de cada professor de transmitir o conteúdo em sala de aula. A flexibilidade vai guiar o seu caminho pela universidade.

   4. Economize tempo – Você vai precisar economizar todo o tempo possível se quer sobreviver ao seu período na faculdade. Automatize o maior número de tarefas que você conseguir e utilize a tecnologia a seu favor, por meio de aplicativos que facilitam atividades do seu dia-a-dia. Listas de tudo o que você precisa fazer no dia ajudam você a organizar o seu tempo da forma ideal.

  5. Não almeje a perfeição – Ninguém é perfeito. Você pode não ser o melhor aluno da sala de aula e só tirar notas máximas, mas isso não quer dizer que você não será um profissional bem-sucedido. O que você precisa é se esforçar e dedicar ao máximo às suas aulas e fazer o melhor possível para absorver todo o conteúdo que os seus professores oferecem. Você não pode ser perfeito, mas pode chegar perto disso. pode chegar perto disso.

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Como montar o seu orçamento e cortar os gastos durante a faculdade.

O ensino superior é um investimento muito caro. Aprenda a fazer um bom orçamento para ter uma experiência melhor na faculdade.

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Para arcar com todos os custos de uma boa instituição de ensino superior, muitos estudantes universitários acabam fazendo financiamentos e empréstimos. Ao invés de sentir o alívio por terminar sua graduação, os recém-formados acabam os cursos cheios de contas para pagar. Porém, algumas medidas podem ajudar a criar um orçamento que minimiza os gastos desnecessários e permite que os estudantes não fiquem sem recursos com o fim da faculdade.

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Para economizar o seu precioso dinheiro durante a faculdade, confira a seguir algumas dicas simples para montar o seu orçamento e cortar os gastos durante a faculdade:

1. Arrume um colega de quarto

Encontrar uma pessoa para dividir o quarto ou até o apartamento é ótimo para dividir as despesas. Ao fazer isso, você conseguirá diminuir os custos da sua moradia e vai economizar no final do mês.

2. Encontre um emprego ou estágio remunerado

Outra forma de diminuir os gastos dos seus pais é encontrar um emprego. Nesses casos, a ideia é procurar por uma ocupação em sua futura área de atuação. Assim, você terá a oportunidade de adquirir mais experiência em sua profissão e também aliviar o orçamento no fim do mês.

3. Crie uma conta bancária independente

Geralmente, estudantes universitários não estão familiarizados orçamentos. Uma ótima dica é abrir uma conta bancária separada dos seus pais. Essa é uma boa oportunidade para você começar a organizar os seus gastos, contas para pagar e gerenciar as suas finanças.

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